
O papel mais estratégico de um gestor de TI hoje não é dominar tecnologia, é traduzi-la
Por Fernando Brolo
Depois de anos acompanhando implantação e revitalização de projetos de ERP em empresas de médio e grande porte, o padrão que mais vi se repetir não foi técnico. Foi de comunicação. De um lado, a área técnica entrega diagnósticos precisos sobre arquitetura, integração, banco de dados. Do outro, o board quer resposta a três perguntas: qual o impacto, qual o prazo, quanto custa?
Quando não existe uma ponte entre os dois setores, o movimento é sempre o mesmo. Projetos perdem tração, prioridades mudam a cada trimestre e a tecnologia deixa de ser vista como investimento para ser tratada como custo.
O gestor de TI que se destaca hoje é o que consegue conectar tecnologia com objetivo de negócio, falando mais sobre o problema que o sistema resolve e menos sobre funcionalidades. Se destaca também quem é capaz de traduzir impacto e falar em ganho de eficiência, risco evitado e ROI mensurável e quem consegue participar da decisão estratégica, não só da execução.
Pesquisas mostram que empresas onde a TI participa da estratégia tomam decisões mais rápidas, alocam melhor os recursos e transformam investimento em retorno concreto.
Na Logithink, acumulamos anos de consultoria Protheus acompanhando exatamente esse movimento. Vimos empresas que tratam tecnologia como centro de custo e empresas que tratam como centro de resultado. A diferença não é sutil, seja na execução ou nos resultados.
Se na sua empresa a TI ainda só executa o que outras áreas definem, talvez o problema não seja de sistema. Pode ser de tradução.
E esse é o tipo de lacuna que uma consultoria especializada, com consultores que entendem de TI, processos e negócios, ajuda a fechar.
Quer entender como conectar sua estratégia de TI aos resultados do negócio? Chame a Logithink.